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Como manter a calma em Avaliações

  

Como que podemos fazer para ficar um pouco mais calma durante as avaliações técnicas e audições? 

 

Primeiramente precisamos entender o porquê ficamos nervosas diante dessas situações, e bom, é porque o nosso destino, de certa maneira, está sendo conduzido nessa avaliação ou audição. Sendo assim, é natural que tenhamos um pouco de ansiedade, porém quando ela começa a ser muito grande a ponto de atrapalhar o nosso desempenho durante as avaliações e audições, fica complicado e por isso precisamos trabalhar o nosso mindset para entregar o nosso melhor durante essas provas.

 

A primeira dica para conseguir ficar mais calma é controlar as expectativas. A verdade é que nós só ficamos ansiosas, com medo, nervosas, porque colocamos uma expectativa muito alta naquilo, isto é, vai já falando que vai passar, vai mudar de turma, enfim, uma expectativa que trará dificuldade para você lidar com ela, pois não são coisas que estão sob o nosso controle. Isso não significa que você deve pensar que não vai passar, que não vai conseguir, apenas controle a sua expectativa para ela não ficar muito baixa, pois atrapalha o seu desempenho, mas também não a deixe muito alta, porque a pressão psicológica para você conseguir chegar naquele objetivo também aumenta e consequentemente, fica mais difícil lidar.

 

Quando você for fazer uma avaliação técnica ou audição, reflita: "se eu não passar, o que é que vai acontecer de tão ruim?", pense na pior hipótese possível, se for continuar a mesma coisa, pense que está tudo bem. Depois, reflita sobre se você passar, o que irá acontecer, pois assim você terá o que pode ocorrer de melhor e pior e com isso, você trabalhará o meio termo. Dessa forma, é só ir lá, fazer o seu melhor, fazer a sua melhor aula, decorar a sequência, etc, para entregar o seu melhor resultado.

 

Nessa situação é importantíssimo saber se perdoar, por talvez errar uma sequência, errar um passo, talvez não saber executá-lo. A partir do momento que você entrega seu melhor, isso tem que ser o principal, pois por mais que você não tenha decorado a sequência inteira, você entregou o que tinha de melhor naquele dia, naquele momento. Se isso não for praticado, a gente começa a se culpar demais e isso só acaba conosco, pois podemos destruir um sonho, só porque você gerou uma expectativa muito alta e não se perdoou por ter errado algumas coisas. Cuidado com isso, pois já tem gente demais nos julgando por aí, não faça isso com você mesmo!

 

A segunda dica tem a ver exatamente com a primeira, que é ter a consciência de que demos o nosso melhor. Para trabalhar isso é necessário realmente estar presente para saber se você deu o seu melhor nas aulas anteriores à audição ou avaliação, pois não adianta nada chegar no dia e querer ser a aluna exemplar, porque o que não foi trabalhado durante o ano todo, não há milagre da audição que possa trazer resultados. Por exemplo, se você tem avaliação no fim do ano, é preciso ter consciência, durante o ano todo, de que você está se preparando para ela também, ou seja, não faltar, realmente estar presente na aula, não estar com a cabeça em outro lugar, com preguiça de esticar o joelho, enfim. 

 

Você precisa estar com o seu mindset voltado para entregar o seu melhor sempre, pois a partir disso você começará a tratar as audições e avaliações técnicas como algo natural, pois você já estará dando o seu melhor em todas as outra aulas.

 

 

A terceira dica, que é o que tira o sono da maioria das pessoas, é sobre sabermos como lidar com o imprevisto. Por exemplo, você prestará uma audição e fica se perguntando "mas e se eu errar a sequência?", "e se eu cair?", "e se o professor der pirueta?", "e se na prova tiver grand jeté", enfim, vários "e se". Quando começamos com isso, criamos uma expectativa maior ainda e medo também, pois é uma situação desconhecida na qual não sabemos o que vai acontecer, e assim, o desempenho cai por conta de toda a insegurança que o "e se" gerou.

 

Para lidar com o "e se" utilize a regra do "e se... Então", na qual você completa a frase, por exemplo: "e se o professor der pirueta na aula, então eu vou tentar fazer uma pirueta, ou eu vou fazer relevé passé", pois assim você trabalha com a ideia de "se acontecer tal coisa, u vou fazer x" e acaba tirando o medo da situação, porque ela passa a ser não tão desconhecida quanto antes. Dessa maneira você já deixa o seu cérebro preparado para o que ele precisa fazer caso aquela circunstância que você tem medo venha acontecer. Trabalhar com essa regra é fundamental para afastar de vez toda a insegurança que uma audição ou avaliação gera, justamente por não sabermos o que nos espera. Exceto avaliações do método Royal, que é tudo protocolado e as pessoas sabem exatamente o que vai acontecer, todos os outros métodos não são assim, realmente são surpresa, o que acaba gerando essa ansiedade. No caso de audição é pior ainda, pois não sabemos nem quem vai estar na sala conosco, e é nesses casos que a regrinha "e se... Então" pode ser útil, por exemplo: "e se eu cruzar com uma daquelas bailarinas fantásticas que tem uma perna super alta, então eu usarei a minha perna na altura que eu tenho mesmo, levantarei o meu queixo e fingirei que nada está acontecendo".

 

Seguindo as dicas, você consegue lidar com situações imprevistas, mas prováveis de acontecer, e terá ferramentas para lidar com isso com mais segurança e precisão para realmente não ter o desempenho abalado pelas circunstâncias. Arrase nas avaliações e audições!

 

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